terça-feira, 10 de novembro de 2009

Biografia de Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu no dia 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, sertão de Alagoas, filho primogênito dos dezesseis que teriam seus pais, Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos. Viveu sua infância nas cidades de Viçosa, Palmeira dos Índios (AL) e Buíque (PE), sob o regime das secas e das suas que lhe eram aplicadas por seu pai, o que o fez alimentar, desde cedo, a idéia de que todas as relações humanas são regidas pela violência. Em seu livro autobiográfico "Infância", assim se referia a seus pais: "Um homem sério, de testa larga (...), dentes fortes, queixo rijo, fala tremenda; uma senhora enfezada, agressiva, ranzinza (...), olhos maus que em momentos de cólera se inflamavam com um brilho de loucura".
Em janeiro de 1953, é internado na Casa de Saúde e Maternidade S. Vitor, onde vem a falecer, vitimado pelo câncer, no dia 20 de março, às 5:35 horas de uma sexta-feira. É publicado o livro "Memórias do cárcere", que Graciliano não chegou a concluir, tendo ficado sem o capítulo final.
Seus livros “Vidas Secas”e “Memórias Cárcere” foram adaptados para o cinema por Nelson Pereira dos Santos, em 1963 e 1983, respectivamente. O filme “Vidas Secas” obtém os prêmios “Catholique internacional du cinema” e “Cuidad de Valladoid” (Espanha). Leon Hirszman dirige “São Bernardo” em 1980.

A Terra dos Meninos Pelados

Tatipirun: uma terra encantada onde todas as crianças têm de aprender a lidar com suas diferenças

Eu li um dos livros de Graciliano Ramos chamado A Terra dos Meninos Pelados.
Esse livro fala sobre um menino, o Raimundo, que não era igual aos outros: tinha um olho preto, outro azul e a cabeça pelada. Todos falavam mal dele até que, um dia, ele atravassou o muro de sua casa e chegou em Tatipirun - a cidade, onde todos eram iguais a ele. E essa, na minha opinião, é a parte mais emocionante, pois ele tem novos amigos na cidade "tão querida" e, a partir dessa parte, o livro fica empolgante.

Felipe - 5°D

Um comentário:

Anônimo disse...

Gostei da reportagem,pois minha sala leu um livro de Graciliano Ramos.E tmabém fala de outros livros que ele escreveu.
Léo 5°D